Estou tentada a ir para a guerra sem escudo. A enfrentar o escuro sem armas, a cair no chão, a levantar-me sem ninguém me dar a mão.
Estou tentada a lutar pelo que foge, e a correr por um prémio que nunca vai ser o meu.
Pára de me experimentar, que o tempo desliza, o riso transforma-se em sorriso, e a vitória pode acabar com um de nós.
E então?
Vou à guerra, ergo-me no topo, e tu ficas em baixo, sem mim, sem soldados, sem ela, sem coração.

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