
“Vou ali, já venho!”, “até outro dia”, “então vá, vemo-nos por ai”, “beijinhos, porta-te bem” são as expressões que mais insisto em reproduzir ao sentimento que tenho por ti, esse idiota que me liga todas as noites, que passa o dia a mandar-me mensagens, que corre pela rua atrás de mim. Esse que não me quer largar, que por mais participantes que haja na corrida não desiste, desta vez pretende mesmo vencer.
E eu, que o julguei preguiçoso, sem grandes objectivos, começo a ter medo, medo que me ultrapasse até a mim, a ele, a ela, aos meus sonhos, medo que empate com o meu coração.
Põe-me no chão.

Sem comentários:
Enviar um comentário